terça-feira, 31 de julho de 2007

Espanha OLÉ!!!

De volta pro primeiro mundo, desembarcamos em Madrid onde ficamos por 4 dias, o aeroporto era muito grande, depois de pegar um metrozinho interno chegamos na área de bagagem e por incrível que pareça todas as malas estavam lá.

Dessa vez foi possível pegar o metro para chegar no albergue, na verdade nosso primeiro albergue era a pensão da tia Joana, uma espécie de ap com alguns quartos disponíveis, muito maneiro e mais parecido com casa o único problema era ter que acordar a simpática senhora todas as noites pra sair e depois de madrugada pra chegar.

Curtimos na primeira noite uma balada chamada de "Heineken room" o detalhe é que a festa de verdade só começava mesmo 3 da manha, um pouco diferente do Brasil, pois bem entramos no esquema de flyer no qual você poderia entrar de graça ou pagar 9 euros por 2 bebidas, como o dinheiro é pouco entramos de graça e ficamos na secura mesmo.

Na outra manha fomos curtir um cineminha, "Harry Potter V" vale muito a pena ver, a noite fomos dar um rolé pela cidade e acabamos indo parar na praça apelidada de "praça dos mudinhos" esse apelido foi dado em função da quantidade de pessoas "batendo" um papo por meio de sinais, como não lemos nada nos livros à respeito daquilo não sabíamos se era a ultima moda, se eles estavam de sacanagem com a gente ou se realmente todos eram mudos e/ou surdos, fato é que o silêncio era assustador e cômico.

Depois de 2 dias aterrorizando a querida senhora, fomos para o albergue "los amigos sol" agora sim um verdadeiro albergue com muitos jovens mochileiros, nosso quarto era de 12 pessoas e misto, o que possibilitou a integração com varias pessoas de diferentes nacionalidades, o banheiro também era misto o que acabou sendo um tanto quanto diferente pois era muito comum estar tomando banho e do nada começar a ouvir vozes de varias mulheres comentando como tinha a sido a noite anterior e tudo mais.

Na nossa primeira noite fomos para cozinha fazer um lanchinho e lavamos o computador para poder curtir uma musica e decidimos tentar "catar" algum brasileiro perdido no albergue, para isso nada melhor do que colocar o hit do momento César Menotti e Fabiano, para nossa surpresa não deu 5 minutos e lá estava um mineirinho que mais tarde foi apelidado de Mineiro (nada mais obvio) ta certo que não era nenhuma mulher mas o camarada era muito gente boa e acabou entrando para nossa galerinha.

Naquela noite fomos fazer o chamado "Pub Crawl" uma espécie de tour pelos bares da cidade (4 no total) e em cada um deles a gente ganhou um "shot"de algum tipo de bebida, pois bem tinha muita gente fazendo isso naquela noite o que nos possibilitou conhecer e interagir com a galera, após todos os bares acabamos a noite em uma boate de salsa o que não foi muito legal pela musica mas compensou pela galera que estava junto com a gente.No final do pub crawl ainda tive a oportunidade de experimentar a sutileza espanhola quando o vigia do albergue me tirou da sala onde eu estava conversando com umas meninas da Austrália que eu tinha conhecido na noite, detalhe que já eram 8 horas da manha e o camarada disse que todos deveriam estar dormindo naquele horário ( po eu acho que já era hora de acordar neh ?!? )

Na manha seguinte após perder o café da manha fomos conhecer o estádio do Real Madrid (Santiago Bernabeu) impressionante como os brasileiros estão em alta, mesmo sem estar jogando Ronaldo e Roberto Carlos ainda são muito lembrados, até mesmo Zé Roberto que não jogou muito tempo no time de Madrid tem seu lugarzinho marcado na galeria do time.Acabamos passando grande parte do dia no estádio e a noite fomos só dar um role e bater papo com o pessoal, não da pra ficar saindo todas as noites e indo em boates em função do preço exorbitante de cada "balada".

Na ultima noite na capital espanhola acabei saindo com o Mineiro para tentar uma ultima baladinha ou qualquer coisa parecida, já no final da noite e sem nada bom acabamos conhecendo 2 brasileiras meio que perdidas na rua, como ótimos cavalheiros que somos decidimos dar aquele "help" uhauahuahauhauha, fizemos meio que um "pub crawl" particular, na grande maioria bares de brasileiros( que por sinal são muitos em Madrid, mas na grande maioria muito escondidos) e terminamos a noite em uma boate desconhecida mas bem bacaninha onde acabamos encontrando mais brasileiros (realmente nada difícil de fazer na Espanha).

Terça-feira feira pela manha pegamos um ônibus para Barcelona (ônibus foi o meio mais barato que encontramos para viajar na Europa, como não tinha camelo acabamos pagando 450 dollares por um ticket que vale 1 mês de viagem por grande parte dos países europeus).Algumas horas depois chegamos em Barcelona, a cidade era maravilhosa depois de sair da rodoviária pegamos um metro para nosso albergue, que de acordo com todas as pessoas que conversamos era o melhor disparado, tanto pelo conforto como pela zuação, chegando no Kabul de cara vimos que realmente tudo era verdade, na recepção tinha uma espécie de sala de estar onde o pessoal ficava se conhecendo, jogando sinuca ou bebendo no bar.

Na primeira noite em função de estar muito cansado da viagem de ônibus fui dormir logo após o jantar e nem sai para curtir a noite em Barcelona, Cadi e Mineiro acabaram indo para uma boate chamada Pacha.

Após uma ótima noite de sono e muito descanso fomos à praia de Barceloneta, era a praia mais perto do albergue e a única que estava a uma distancia andável, não tinha nem de perto a beleza das praias brasileiras, mas a caminhada foi marcada pela beleza de todos os barcos parados no porto bem ao estilo principado de Mônaco.Uma propaganda meio que enganosa da praia era a quantidade de top less, na verdade o engano não era com relação a quantidade pois havia bastante mas sim com relação a qualidade, na esperança de ver varias minas acabamos vendo muitas tiazonas tirando onde de gostosa mas mesmo assim acabou valendo a pena.( top less sempre é um top less neh ?!?! uauahauha)

Naquela noite após o happy hour onde você pode comprar 2 litros de choop por 3 euros fomos para boate chamada "Cat Walk" (na melhor tradução para passarela de modelos) como já nos tinham dito a balada só esquentou por volta de 3 da manha então acabamos ficando até mais ou menos 5, depois fomos para uma espécie de passarela do alcol de porto seguro, com muitos bares e muita gente doida andando na rua.

Acordando no dia seguinte por volta de 1 da tarde fomos fazer um pouco de turismo, coisa que até então não tinha rolado, nossa primeira parada foi o museu do Picasso (Pablito para os íntimos) lá deu para entender um pouco mais à respeito da história do pintor e um pouco de suas técnicas inovadoras para sua época.Continuando nosso dia de turista seguimos para Sagrada família, uma igreja gigantesca projetada por Gaudi, toda sua estrutura tem um estilo meio gótico e o mais interessante é que a obra só será terminada em 2084, pelo menos foi o que nos disseram neh?!? Depois fomos até o parque Gaudi (da pra ver que o camarada era o terrível da cidade) no parque foi nosso momento de reflexão e descanso, apenas curtindo uma ótima sombrinha e uma musiquinha tocada pelo violeiro que buscava seus trocados, minha opnião o lugar mais maneiro de Barcelona.

Para finalizar no ultimo dia decidimos apenas ficar no albergue e preparar nossas coisas para próxima parada, Roma, a noite fomos fechar com chave de ouro na badalada Pacha, infelizmente meus amigos foram barrados em função de um critério estúpido (melhor explicado no blog do Cadi) como eu já estava lá dentro não tive outra escolha a não ser curtir a balada que estava muito cheia, acabei ficando com um grupo de brasileiros que encontrei e voltei para o albergue na manha seguinte pronto para enfrentar 22 horas de viagem até Roma.

Galera acho que isso foi basicamente nossa estadia na Espanha, não fizemos muito turismo em função da falta de programação, e como esse post esta sendo terminado em Roma e já fizemos muita coisa aqui posso prometer que o próximo post vou contar muito mais com relação o turismo do que baladas.
Obrigadasso por todos os comentários do post anterior e continuem escrevendo hein.
Valeu , saudades de todos
Bjãoooooooooo

E paz de Cristo



partindo para Espanha , adeus camelada

praça dos mudinhos ( Madrid )

alguem lembra do Sàvio jogando no Real ??

Pés de craque , meu e do menino Robinho
o time que ganhou o Espanhol 2007
o campo

balada do Pub Crawl

quase no final da balada


Las Ramblas ( Barcelona )


estacionamento dos barquinhos ( Barceloneta beach )

nòis tentando ver uns top less na barceloneta


happy hour no Kabul

Atromelados na entrada do Picasso ( museu hein )





Sagrada Familia do Gaudi

a entrada da igreja ainda em construçäo
parque Gaudi


vista do alto do parque

mulherada terrivel da balada

essa realmente crazy tentando queimar alguem na Pacha
ultimo dia no Kabul , tentando aprender a jogar pra ganhar dos brothers no Brasil



despedida no nosso quarto


primeira foto na Espanha, tinha que ser a ultima do post ahauhauhauahua... estragando minha criaçåo do Marrocos uhauahuahuahauhauhauh

domingo, 22 de julho de 2007

Sahara adventure

Após conversarmos muito e concluímos que o verdadeiro motivo da viagem para o Marrocos era o passeio de camelo decidimos correr atrás do melhor preço e melhor passeio.

Com a chegada do Sósia e do Playboy fomos fechar o nosso pacote de 4 dias e 3 noites pela bagatela de 150 dollares, preço muito bom pelo fato de termos café da manha e jantar todos os dias e um dos dias teríamos até almoço. Vale ressaltar que o único motivo de termos escolhido esse pacote é pq queríamos andar mais à camelo e todos nos disseram que 3 dias de camelo seria muito pouco então optamos pelo dia extra.

Na segunda feira as 7 da manha estávamos em frente ao escritório da Sahara expedition ( empresa que contratamos ) o detalhe é que só nessa hora que eu fui descobrir que o passeio no deserto seria no deserto do Sahara aquele super famoso. Por volta de 8hrs demos inicio a aventura.

O nosso carro era uma Pajero sinistra super hi-tech, mas sem ar-condicionado o que veio nos afetar mais para o final de viagem.

Como estava no roteiro, durante a viagem fizemos algumas paradas, às vezes só para o “pipi rápido“ e outras para tirar fotos da paisagens. Era sempre um pouco difícil entender do que se tratava cada lugar, mesmo tendo um motorista que se dizia poliglota (falando 8 línguas sendo uma delas o inglês e o espanhol. Ainda bem que a gente não pagou mais por esse cara pq o espanhol dele conseguia ser pior que o meu e o inglês dele se resumia a falar yes , no e outras coisas que não nos ajudava muito) voltando ... Numa das paradas acabamos em um vilarejo mais ou menos no meio do nada, lá teria sido gravado algumas cenas do filme “Gladiador”. Pelo jeito a mulecada do lugar ganha a vida sendo guia turístico pq não tem nenhuma escola por perto nem por longe, só muito longe mesmo e é só chegar à vila que eles oferecem os serviços de guia e pedem Euro (mulecada esperta demais).

Depois de uma serra interminável e 10 hrs de viagem chegamos ao nosso pit-stop da noite, um albergue nas montanhas e por incrível que pareça o melhor albergue que ficamos até agora. Como o jantar só iria sair um pouco mais tarde Sósia e eu, decidimos dar uma escaladinha básica na montanha atrás do albergue. Acabou que nossa escaladinha ficou alta demais e com a chuva e a escuridão se aproximando acabamos abandonando nosso sonho de chegar ao topo da montanha. Nossa escalada foi cheia de emoção, com pedras soltas, arvores com espinhos, pulos de uma pedra para outra e até mesmo uma escalada negativa sem corda (exagerozinho uhauahauhauh), mas foi na descida que a parada ficou boa mesmo, quando o Sósia me perguntou se meu seguro saúde cobria escalada a minha resposta foi a melhor,”.. qual seguro ?? seu eu tivesse eu acho que até cobriria hauhauhauha ..”

Depois de brincarmos com o perigo só um pouquinho fomos jantar, o rango tava alucinante com sopa, “kuiskuis bárbaro” (comida da típica muito boa, meio que um arroz com cenoura, batata e carne) e pão (mais pra frente essa palavra vai se repetir muito). De barriga cheia ou satisfeitos como preferir, fomos para o quarto descansar para o resto da nossa viagem de carro e o começo da aventura no Sahara.

7 da manha partimos para segunda perna da viagem, algumas horas de carro até nossa primeira parada, uma vila de nômades.Nosso guia da vila era um cara muito gente boa e dessa vez foi possível entender tudo, primeiro passamos pela parte de agricultura que é basicamente de sustento depois passando pelas casas ele nos esclareceu a duvida mais cruel da viagem, o pq das casas serem rosas e na sua grande maioria sem tijolos, apenas com barro e madeira, de acordo com o camarada essa foi a maneira de manter as casas sempre climatizadas (no verão – fresquinho e no inverno – quentinho) e aquelas que são construídas com tijolos os moradores botam barro dentro para climatizar.

Depois tivemos a oportunidade de conhecer a casa de uma família, e ainda tivemos a chance de ver o atelier da família, onde eles produzem os famosos tapetes marroquinos, sendo essa a fonte de renda básica da família. Os tapetes são feitos de lã de ovelha ou/e de camelo e o trabalho é todo manual um trabalho e tanto que de acordo com os moradores demoram em média 5 meses para ficarem prontos. O preço varia um pouco, mas o que nos foram mostrados custam por volta de 50 dollares.

O nômade que nos recebeu explicou um pouco da cultura deles, falando um pouco de como somente os homens tem a possibilidade de estudo e a mulheres são basicamente donas de casa. O interessante também é o fato de que eles ficam alguns meses na cidade e alguns meses na montanha.

Na saída da vila compramos os nossos turbantes que de acordo com os experientes seria extramente necessário para o deserto, Cadi e Playboy optaram pelo estilo camisa ninja e pouparam 8 dollares cada. Ao sair da loja ainda fui abordado pelo dono da casa que queria de qualquer forma o meu olho grego, tentei explicar que se tratava de um presente da minha mãe para minha proteção e mesmo com tamanho apelo emocional o FDP ainda teve coragem de me xingar por eu não ter efetuado a troca. ( na mínima ele deve ter um pezin em Cuba uhauahauh)

Após a vila fomos almoçar e conhecer o “Gorge” uma espécie de canyon aonde as pessoas vão para conhecer as cavernas, fazer escalada ou apenas dar um mergulho nas águas límpidas de uma represa. Antes de papar não tivemos duvida e fomos mergulhar, putz a água tava muito gelada mas foi muito bom para refrescar o calor de 43 graus que estava fazendo no momento.O nosso almoço foi um prato com nome diferente que não passava de churrasquinhos de gato marroquinos e muito pão ( hauhauahuahau , bem que eu avisei hein ).

Depois da comida foi hora de botar o pé na estrada mais uma vez, após mais ou menos 3 hrs de direção pegamos uma entrada no meio da estrada que dizia: “albergue a 16 km”, nossa esses 16 km foram os mais longos e mais quentes da minha vida, a estrada era só areia então tivemos que manter a janelas fechadas o tempo todo e como o ar-condicionado não funcionava, nada melhor que fazer uma sauninha antes do deserto, o detalhe é que mesmo com todas as janelas fechadas a areia continuava entrando no carro o que acabou sendo o nosso primeiro contato com uma tempestade de areia no Sahara.

Chegando ao albergue, após tirar a areia que estava dentro da calça fomos receber as primeiras informações de como seria o nosso passeio, e dentro de 20 minutos já estávamos partindo para o imenso Sahara.

Na hora de partir tivemos que escolher nossos veículos, ou seja, os camelos. Cada um escolheu o seu e eu não podia ter escolhido melhor, acabei caindo com um que me simpatizei de cara, um camelinho muito jeitoso e com um piercing no nariz.

O começo da viagem foi legal demais, tudo era uma super novidade mas após 2 hrs de passeio a novidade já não era tão bacana assim uma vez que a nossa cela era a “bola” do camelo simplesmente coberta por um cobertor que depois seria o nosso saco de dormir, agora acho que da pra imaginar como é quicar durante algumas horas no camelo neh ?!? nem um pouco confortável.

O nosso acampamento era no meio das dunas, com as tendas bem tranqüilas e aconchegantes a não ser pelo pássaro que tinha dentro, depois de descansar um pouquinho subimos na duna mais alta para ter uma vista panorâmica do deserto e a única coisa que podíamos ver AREIA ( dahnnn ) a parte mais legal dessa subida na verdade foi a descida pq como dizem por ai “ pra baixo todo santo ajuda”.

O jantar nos foi servido pelos nômades do acampamento, primeiro um chá de hortelã e depois Tagim de frango com muito pão ( uahauhauhauh ), depois do jantar foi a hora de jogar conversa fora e tocar tambor, o mais incrível de passar a noite assim no meio do nada é olhar pro céu e ver as estrelas, somente iluminados pela luz de uma vela as estrelas pareciam muito perto e foi possível ver varias estrelas cadentes o que nos deu a oportunidade de fazer vários desejos ( romântico demais uhauahuahauha ).

Acordamos 6 da manha e como ninguém teve a capacidade de acordar mais cedo para ver o sol nascer partimos de volta ao albergue pq de acordo com os locais era impossível passar o dia todo no deserto em função do calor que fazia. Dei a sorte de pegar um camelo menos provido de “bola” o que tornou meu regresso menos sofrido.

Passamos o resto do dia no albergue esperando a temperatura ficar mais tranqüila para acamparmos, durante isso tentamos fazer o sandboard mas foi um fracasso em função da prancha de snowboard não ser apropriada. Enquanto os outros tentaram fazer um ski na areia achei melhor ficar dormindo e dormi muito mesmo.

Quando acordei já estava na hora do almoço e com todos presentes almoçamos uma saladinha esperta com frango e o que mais ??? PÃOOOO !!! Depois foi só conversar um pouco e esperar o novo grupo de turistas que iria acampar conosco.

A segunda noite de acampamento foi praticamente a mesma coisa com a diferença de termos mais pessoa acampando, mas o pão continuava presente no nosso cardápio huahauhauha.

O nosso retorno para Marrakesh foi marcado por muita soneca, eu voltei quase o tempo todo dormindo e tentando descansar das noites em que tive que dormir na tenda, depois de algumas ultrapassagens malucas na serra efetuadas com “segurança” pelo nosso motorista poliglota, chegamos à cidade e retornamos ao nosso albergue.

Nossa aventura pode ser resumida em uma experiência bacana e única em todos os sentidos, tanto no sentido de ser diferente e especial como no sentido de nunca mais se repetir (meus filhos agradecerão). Foi muito bom ver mais ou menos o estilo de vida dos nômades, como eles conseguem viver tão distantes da civilização e como encontrão na natureza seu modo de sobreviver.

Mais uma parte chegou ao fim, estamos agora indo para Europa onde mochilaremos por 2 meses tanto no oeste quanto no leste europeu, podem ter certeza que muita coisa maneira e muitos perrengues vão aparecer e eu estarei aqui contando quase tudo, tem coisa que é melhor contar quando chegar para ter mais papo neh?!?

Bjãooo para todos, paz de Alah e tudo mais.





onde tudo foi esquematizado


paradinha na vila do Gladiador

Maximus Gladiators uhauhauahah


atromelados reis do pedaço


Nova abertura do Fantástico

Escalada

os dois pontinhos na montanha somos nós
prestando atenção na aula sobre tapetes marroquinos ( olha a Fatima ali do lado )

Eh nois com o "gorge"


mergulho no laguinho ( lembrando a época de nadador hein )


como é dentro de uma tempestade de areia

preparação pra enfrentar o Sahara

eu e o estiloso cheirosão
a caravana armada

foi mal ae rapaziada uahuahauhauhauh

Um ultimo tchauzin pro deserto do Sahara


resultado de 3 dias sem banho e comendo muito pão hauahuahuahauh

quinta-feira, 19 de julho de 2007

fotos e novidades ...

os 3 chegando em Marrocos ( sem cara de cansado)





tentando achar o banheiro ( casablanca )










nunca perdendo o costume neh uahuahauhau ( mesquita casablanca )




mais uma da mesquita, mais serio agora neh


Ivan e eu quase os jardins da babilonia ( casablanca )















primeira refeicao em Marrakesh ( pao, atum, salada, arroz e ovo ) delicia !!!








sukin de laranja mais caro do mundo, mas eh bom demais !!!


mercadinho da cidade






agora os 5 reunidos, so falta vc patooooooooo



Brasil campeaoo , aqui com direito a robinho marroquino uhauahua

alguem ta querendo comer caramujo ae ?? ( fazendo td para os atromelados neh ) eu e playboy comendo bem...

ae gente espero a vcs gostem das fotos. Chegamos agora do Sahara foi td otimo e estamos todos vivos no proximo post eu conto e coloco as fotos...

um bjaooo para todos

saudades

sábado, 14 de julho de 2007

Com o fim da perna americana partimos para África, destino : Marrocos.

Chegando aqui foi a mesma coisa dos outros países com imigração e espera de malas, detalhe na imigração foi a falta de hotel onde ficaríamos requisito necess'ario para entrar, com um "john no arms" convencemos a oficial da cabine que nosso endereço estava na mala e não tínhamos ele no momento, pura mentira gracas a nossa super falta de planejamento.

Casablanca, cidade aonde chegamos foi uma verdadeira loucura. Graças ao nosso novo companheiro Ivan que arranhou seu francês (segunda língua do país) arranjamos um hotel bom e barato no centro da cidade.

O transito aqui é uma coisa surreal, parece que os carros não têm ou não gostam de usar os freios, ao invés disso a buzina é a primeira opção e quando a mesma não funciona o jeito é dar só uma batidinha ( uhauahauhauha ) parece brincadeira mas é só vendo pra acreditar.

Ficamos bem pouco tempo em Casablanca, apenas 2 dias que foram suficientes para conhecer o símbolo da religião islâmica no país, um lugar incrível, o tamanho da mesquita é assustador e impressionante, infelizmente não foi permitida a nossa entrada uma vez que só pode entrar os mulçumanos , mas mesmo assim ainda deu para tirar algumas fotos o que da uma idéia de quão grande é o lugar.

Depois da mesquita fomos dar um pequeno role pelo resto da cidade, o que foi suficiente para nos perdemos por alguns minutos mas com certeza nada comparado a Cuba ( trauma da minha vida ).

No tempo que nos restou começamos a organizar nossa viagem pela Europa, nosso quarto de hotel virou um verdadeiro QG, e agora estamos com quase tudo acertado faltando alguns pequenos detalhes.

Na manha da quinta-feira, fomos para a ferroviária para seguir até Marrakesh nosso segundo e ultimo ponto em Marrocos. A viagem não foi das melhores mas para mochileiros ta ótimo, com certeza não teremos muito mais conforto do que nos foi oferecido.

Como nos foi dito, Marrakesh era realmente uma cidade mais turística, ao caminhar pelas ruas já foi possível ouvir outros idiomas além do árabe e do francês.Nosso albergue não é nem perto dos melhores ( inferninho ) sem ar condicionado ou ventilador e sem um banheiro muito agradável para realizar nossas necessidades.

Nossa primeira noite aqui não tivemos muito que fazer, apenas caminhar pela praça central, que valeu muito a pena, pois nessa praça é exatamente a concentração do povo, um verdadeiro show de talentos, homens levantando cobras com uma flautinha ( no bom sentido ) anciãs oferecendo para ler a mão e muitas rodinhas de musica típica inclusive um pequeno show de dança bem estilinho do Borat.

O que não falta aqui são pessoas te oferecendo drogas, por todas as ruas sempre vem um local com um papinho camarada mas no final sempre rola aquela perguntinha " ... haxixe ??? " .

Na manha seguinte acordamos com a surpresa de mais dois atromelados, Sósia e Playboy que estavam na Espanha curtindo as baladas de Barcelona e Pamplona na corrida dos touros. Eles acharam nosso albergue do nada e se juntaram a nós, somos agora 5 faltando apenas o Pato para formar o grupo original.

Com todos aqui decidimos finalmente fechar nosso passeio pelo deserto do Sahara, o passeio vai consistir em 4 dias e 3 noites, sendo 2 noites no deserto acampados e no lombo do camelo.Esse passeio eu deixo para escrever em um post separado.

Por enquanto acho que é só, Marrocos tem sido uma grande experiência, um país com uma cultura e religião totalmente diferentes de qualquer coisa que já vimos, é muito chocante ver as mulheres de rosto completamente cobertos e todas aquelas pessoas fazendo reverencias dentro das mesquitas.

ps1 _ pela falta de net eu vou atualizar o post mais tarde com as melhores fotos.

bjaooo para todos ... continuem comentando hein

segunda-feira, 9 de julho de 2007

hospitalidade "muy amiga"

Ola pessoal, um pequeno “update” no post de Cuba.

Puxando um gancho do post anterior devo confessar que eu estava completamente enganado com relação aos cubanos de uma forma geral. Fato é que no sábado decidimos dar uma volta pelo centro de “habana vieja” onde estava ocorrendo a comemoração do inicio do verão e também o inicio das comemorações do dia 26 de julho (data que tem certa importância para os cubanos) pois bem , andando pela praça acabamos sendo abordados por 2 indivíduos que de cara perceberam que não éramos cubanos e sim mais uma dupla de turistas, sendo assim logo se prontificaram de nos mostrar a “realidade cubana”.

A primeira impressão foi de mais 2 cubanos chatos e pedintes, só que ao contrário das vezes anteriores, decidimos dar uma chance e trocar uma idéia com os sujeitos, foram mais ou menos 10 minutos de caminhada até o bar do “festival da Salsa cubana” no caminho ambos pareciam verdadeiros guias turísticos, nos mostrando os pontos mais importantes para eles e aqueles que os turistas deveriam conhecer realmente ( realmente algo cativante da parte deles, diga-se de passagem ).

A entrada do bar era liberada para todos, simplesmente com um único requisito: se divertir e aproveitar a tão dançante salsa. (melhor coisa pro turista, se divertir e ainda de graça).

Papo vai e vem os locais decidiram pedir uma bebida típica da ilha, chamada de “murrito” uma espécie de caiovodka só que com rum e alguns matos, confesso que apesar de desconfiado acabei dando um gole na bebida (primeiramente eu deixei Cadi dar o gole neh, nunca se sabe... uahuahauhau ) mas como não gostei deixei a bebida de lado, seria uma desfeita afinal de contas eles estavam pagando mas como eu não tinha comido nada achei a melhor coisa a se fazer no momento.

Não sei ao certo quando o assunto veio mas acredito que tenha sido algo relacionado à economia e como as coisas são bem mais baratas quando se paga com o dinheiro cubano ( chavitos cubanos ) ao invés do dinheiro de turista ( CUC , dinheiro que estávamos utilizando ) pois então após a discussão a conclusão foi que no bar em que estávamos só era usado o dinheiro cubano e caso fosse usado o dinheiro de turista a conta seria algo absurdo.

Foi nesse exato momento que nossos “muy amigos” cubanos nos informaram que a gente deveria pagar a conta em troca do grande favor de nos ter mostrado a “realidade cubana”.

TCHANNNNNNNNNNNN!!! la vem o golpe !!! (melhor personagem da praça é nossa de outrora) pois então golpe armado e como resolver ??? (melhor pergunta na hora foi essa mesmo) juntando o resto das nossas economias daria pra pagar metade da conta, ainda restava a metade dos nossos “melhores amigos” e o dono do bar negando suas raízes socialistas e se rendendo totalmente ao capitalismo fez questão de receber o dinheiro integralmente. Em meio toda aquela confusão toda em espanhol, minha única alternativa foi apelar pra xingar todo mundo em português ( pelo menos eu tava me aliviando ) enquanto Cadi tentava argumentar que não tínhamos dinheiro pois não éramos europeus e também dizendo que não tínhamos obrigação nenhuma de pagar a conta de nossos brothers( sem contar no melhor argumento, de que é costume no Brasil quem convidar pagar a bebidas ... o pior foi a resposta de uma mulher que surgiu do nada : Estas em Cuba chico !!! uahauuahuahauhau essa doeu mais que o golpe na moral mesmo ) claro que nenhum argumento resolveu ... Após uma tremenda pressão por parte do dono do bar dizendo que ia chamar a policia, imigração, Fidel Castro e toda a sua gangue, achei melhor sacar uma nota de 50 dollares para nos livrarmos de toda aquela confusão ( não sei se fui covarde, mas em um país estranho de língua estranha onde qualquer policial ou militar poderia facilmente dar um sumiço em 2 turistas, muleques ainda por cima , acho que foi a coisa mais sensata no momento.

O pior já tinha passado mas a confusão ainda não, Cadi saiu junto com o dono do bar para trocar nosso dollar em CUC, naquela hora acho que foi tenso pois não estávamos juntos, ele tava na rua com um camarada e eu com o resto da turma no bar, após 25 minutos e nada de Cadi decidi ir atrás dele, acabou que nos desencontramos mas no final deu tudo bem ( mas aposto que ele já tava pensando no mesmo que eu , que ambos tinham sido seqüestrados uhauahuahau ).

Mesmo com o dinheiro na mesa os caras não queriam sair por baixo querendo ainda a nossa humilhação perante os outros freqüentadores do bar, como se toda aquela discussão não bastasse as portas foram trancadas até que eles botassem o dim dim na registradora e depois fomos acompanhados até a saída pelo segurança 3x4 ( maior que o king kong ) só faltou a algema na boa, mas ta valendo neh ?!?

Tudo que eu disse com relação a Cuba continua valendo, são batalhadores, revolucionários (da maneira deles) e tudo mais. Isso que aconteceu com a gente foi apenas um lapso, uma vez que já tínhamos concluído que não podíamos dar trela para ninguém pois na verdade tudo não passava de interesse, isso com certeza vai nos servir de lição para o resto da viagem e de vida, por mais que as pessoas pareçam amigas e que não querem nada em troca para ajudar é sempre necessário ficar com um pé atrás para algumas pessoas.Os amigos de verdade a gente sabe muito bem quem são e esses com certeza não vamos encontrar em Cuba ( uhauahuahauhau ).Apesar desse golpe, desse tapa que foi e tals, estamos bem e loucos para viajar o mundo mas agora com atenção redobrada neh ?!

BJAOOOOO P/ TODOS

SAUDADES!

domingo, 8 de julho de 2007

Quero ver Cuba lançar !!!

Peço desculpas desde ja pela demora desse post, no decorrer do mesmo tudo se explica...

Bem, Cuba foi o nosso terceiro país na viagem e até agora o mais diferente e complicado de todos. Tudo começou no avião, onde agora a língua principal era o espanhol e não mais o inglês como costumava ser.

Chegando à ilha a nossa entrada ao país foi complicada, uma vez que pagamos pelo visto no check-in, mas para nossa surpresa não o possuímos, ou seja, fomos passados para trás e tivemos que pagar por mais um visto. A entrevista aqui foi muito mais complicada, com muitas perguntas e o pior em espanhol. Após passar pela entrevista fomos pegar nossas malas e qual não foi minha surpresa quando não as vi na esteira. (2 vezes em 3 vôos ) então fomos para o hotel sem malas mesmo neh ?!? Aqui a mão é no mesmo sentido que o Brasil a única diferença são os carros, parece que todo o país parou no tempo, todos os carros são velhos e muito mal conservados, claro que toda regra tem exceção as vezes é possível ver um carrinho novo ou ate mesmo um velho melhor conservado.

Durante nosso caminho arranhamos nosso “portanhol” às vezes até mesmo metendo um inglês no meio, mas como Pedro Bial disse “... o importante é se comunicar” pois bem, o motorista nos contou um pouco da história do país, nos explicando como quase tudo aqui pertence ao governo e também comentou um pouco sobre o estado de saúde de seu imperador “ tio Fil” ( apelido carinhoso para Fidel Castro ) vale lembrar que esse assunto é meio que proibido então não entramos em detalhes para não termos problemas futuros.
Chegamos no hotel e como já era tarde não fizemos nada a não ser dar uma volta para conhecer nossa querida vizinhança.

Na manha seguinte acordamos e tomamos o café que é racionado, então comemos o máximo possível antes de acabar. Ai começa a melhor parte... Com o dia claro conseguimos ver o que não havíamos visto na noite anterior, ao caminhar pelas ruas estreitas de Havana percebemos que nossa vizinhança deve ter sido palco de uma grande guerra pois todos os prédios eram velhos e caindo aos pedaços, parece exagero mas foi algo realmente chocante e que chamou muita atenção pelo fato de pessoas realmente viverem em tais condições.

Paramos em uma “cafeteria” nome dado as lanchonetes que não são do governo, após um delicioso sanduba de queijo e presunto (favorito do Chaves ) voltamos para onde tudo começou, o aeroporto.Após uma luta para tentarmos explicar que nossa bagagem tinha sido extraviada e que deveríamos pega-las naquele dia conseguimos entrar na área das malas, mas só encontramos a mochila do Cadi ( é muito azar ou quer mais ) ah!!! Eu não contei o motivo do atraso das malas, em função de Cuba ser um país de segundo mundo e estagnado é praticamente impossível comprar alguns eletrodomésticos bons então aqueles que têm a sorte de viajar para fora da ilha do “tio Fil” compram tudo que tem direito e um pouco mais, voltando para Cuba com uma quantidade absurda de malas e bugingangas, ou seja, deixando as malas dos turistas para segundo plano. É impressionante como as malas dos turistas atrasam, mas nenhum pacote de algum nativo atrasa (CPI hein).

Voltando... Andar aqui para nós pareceu um tanto quanto perigoso (pelo menos a noite) pessoas vem te abordando a todo momento com objetivos diversos, pedindo , oferecendo e tudo mais. Pode até ser que as intenções sejam boas, mas como não somos nem um pouco fluentes no espanhol aquela situação nos parecia estranha e pq não perigosa.Por esse motivo a maior parte de nossas expedições eram pela manha, numa dessas manhas fomos à praça da revolução local onde “tio Fil” faz seus longos discursos de como o socialismo é o melhor para nação e blábláblá, falta de sorte nossa é que ele se encontra enfermo em seu aposento e não pode nos dar o prazer de seus pensamentos brilhantes, na praça também tem uma enorme imagem de “CHE” (Ernesto Guevara) o mesmo que escreveu seu diário em uma motocicleta (ótimo filme).

Em Cuba parece ser proibido andar sem camisa na rua, a não ser na avenida da praia, sendo assim a maioria dos “muchachos” adota um estilo estranho para evitar o calor, circulando com as camisas vestidas, mas com a barriga de fora, eu como não sabia dessa ultima moda descobri da forma mais difícil, quando os policiais me chamaram a atenção para tal detalhe.

Para o outro lado de Havana existe o centro histórico conhecido como”habana vieja”com igrejas, museus e a tão famosa “praça da armas” que para nossa surpresa era uma praça muito grande e com muitos livros na sua grande maioria velhos sem nenhuma arma nem mesmo um revolverzinho, o que lembra o mestre Eminem “... my words are weapons” ( traduzindo: minhas palavras são armas ) o que também lembra o pai do grande herói Indiana Jones que dizia “a caneta é mais poderosa que a espada”.

Numa de nossas noites fomos atrás de alguma baladinha, ao contrário das boates americanas e bahamenhas aqui só rola mesmo a tal da salsa o que tornou mais difícil o nosso “aproach” nas “chicas”.

Atravessando o canal pelo túnel ou de balsa e seguindo alguns kilometros adiante se encontra “Las Playas Del Este” praiazinha bonita com a água azul e em ótima temperatura, ao contrario do que nos informaram essa praia também é muito freqüentada pelos nativos, mesmo assim o preço de tudo é muito salgado, só para sentar nas cadeirinhas e curtir uma sombrinha com o guarda-sol foram 6 CUC ( mais ou menos 10 dollares ) uma diferença da praia daqui para a praia das Bahamas são os farofeiros, um função de ser uma praia freqüentada não apenas por turistas é muito comum ver as famílias vindo com praticamente a cozinha inteira ( mesa , cadeirinha , cooler e muitas sacolas de comida ) confesso que nessa hora deu muita saudades das farofadas da Praia da Costa principalmente as de “Berverly Hills”( tarrrr ... )

Ah pra ser bem breve, minha mala chegou na quinta feira , ou seja, 5 dias após nossa chegada e 3 dias antes da partida , por esse motivo a maioria das fotos tem a mesma roupa uahuahuahauhauah ( com o detalhe do sem cueca hein ... uhauahuah )

De uma forma geral nossa semana em Cuba acabou sendo muito proveitosa e interessante. Concluímos mais uma perna da viagem e a parte de América chegou ao fim, agora é cruzar o oceano e começar a conhecer o velho mundo, acho que o mais marcou aqui em Cuba foi o fato de um país tão próximo da “super nação”E.U.A pode ficar tão a par da realidade mundial,sempre alimentando o sonho da revolução e da liberdade do povo cubano e também como o povo mesmo com todas as necessidades e bloqueios em função do socialismo ainda consegue ser, digamos que feliz.

Um bjao para todos e não deixem de escrever hein...

ps: mais uma vez desculpa pelo post um pouco atrasado pela falta de noticias durante essa semana, mas é pq a internet era paga e muito lerda dificultando a atualização.

Abaixo as melhores fotos da grande ilha do Fidel.



Expressões interessantes do nosso vocabulário “portanhol” ( não reparem na escrita )

--- muy bueno , pero no me gusta
--- companheiro la cuenta
--- nosotros somos brasilenos no tenhamos dinhero , no somos europeus
--- la equipaje se perdeu , jô no sei donde esta
--- mucha chuva aka pero no mucho frio, muy caliente

E por ai vai , nosso vasto vocabulário...



cuba lançando !!! uahuahuahauh

playas del este


ruas da cidade



"habana vieja"


catedral em "habana vieja" hr de agradecer neh


cadi na praça das armas



não sou eu q to dizendo hein


viva la revolucion neh


ponto mais alto de Cuba ( lugar do Fidelito )



na pracinha com o CHE


o sentimento da nação


as carretas de havana


prédio residencial



os cubanos sabem zuar mesmo huahauhau



calma que eh só chocolate !!!!

 

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